terça-feira, 12 de junho de 2012

ATIVIDADES 4.4 E 4.5: PRODUZINDO O RELATO MULTIMÍDIA DO SEU PROJETO PEDAGÓGICO

ANALISANDO O PANORAMA DO USO DAS MÍDIAS NAS NOSSAS ESCOLAS


Uma atividade que chamou muita a atenção, no Centro de Ensino Médio Oquerlina Torres, foi uma aula de Língua Portuguesa ministrada pela Professora Graceanne. Foi utilizado o jogo “game da reforma ortográfica, que consiste em acessar o site fmu.br e jogar um jogo de palavras, onde o jogador em cada acerto percorre uma casa até a chegada. Na tela são exibidas três alternativas para o aluno escolher como certa, de acordo com as novas normas da reforma ortográfica. O que foi observado como ponto positivo foi a motivação do aluno na realização da atividade, tendo em vista gostarem de jogos, participaram ativamente desse jogo educativo e aproveitando para fazerem as correções e tirar dúvidas em relação ao conteúdo.

NAVEGANDO POR VÍDEOS E OUTRAS MÍDIAS: INDIVIDUAL; INSTRUMENTAÇÃO; REFLEXÃO


Depois de navegar nos sítes do Domínio Público, TV Escola (videos you tube) e Rived, percebi a imensidão dos vastos repositórios de conteúdos educacionais multimídias existentes. O material não só pode ajudar o professor através de pesquisas, como também pode se utilizar de materiais como: vídeos educativos, simulações, áudios, imagens, hipertexto e outros experimentos práticas para serem vivenciados na escola. Até então, não conhecia o site de pesquisa Rived, chamando a atenção pela qualidade e fácil acesso do material de pesquisa. È importante o profissional da Educação utilizar esses recursos multimídias, de maneira criativa e inovadora, em busca de desenvolvimento de projetos que visam a aprendizagem.

O TRABALHO COM MULTIMÍDIAS NA ESCOLA


Através dos vídeos observou-se que pode se usar as tecnologias com trabalhos manuais, inclusive com movimento de corpos humanos, sem utilização de aparelhos tecnológicos para a sua execução. É claro que, para a efetivação dos trabalhos do vídeo “os saltadores do tempo”, utilizando a câmera filmadora, luzes e sons. Ficou evidenciado que as tecnologias atuais podem ser muito úteis, mesmo na elaboração das simples tarefas, pois as mídias podem ser utilizadas para confecção, execução e otimização dos trabalhos desenvolvidos nos projetos da escola. Apesar de serem trabalhos complexos, o uso de tecnologias muitas das vezes exige atividades complementares, proporcionando vivências e experiências diversas, através de trabalhos cooperativos, de análise e organização para a execução das tarefas, levando o indivíduo ao desenvolvimento de competências e saberes.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

CONCEITO DE CURRÍCULO E O PROCESSO DE INTEGRAÇÃO DE TECNOLOGIAS AO CURRÍCULO

A integração tecnologias-currículo se deu em grau satisfatório, pois os conteúdos identificados no projeto desenvolvido com as tecnologias estão inseridos no currículo formal da escola. Sobre os procesdimentos desenvolvidos que não estavam no projeto, surpreendentemente os alunos confeccionaram miniaturas de helicóptero e carros com o uso de cubos através de instruções adquiridas pela internet, sendo o currículo algo mutável e flexivel, sendo um caminho a ser percorrido e adequado de acordo com a realidade, sempre de acordo com as influências e imprevistos no decorrer do ensino.

DESENVOLVIMENTO DE PROJETO EM SALA DE AULA COM INTEGRAÇÃO DAS TECNOLOGIAS AO CURRÍCULO

PROJETOS DE TRABALHOS EM SALA DE AULA COM A INTEGRAÇÃO DE TECNOLOGIAS AO CURRÍCULO



Curso: Tecnologia na Educação: Ensinando e Aprendendo com as TIC (100h)
Unidade 3: Currículo, Projeto e tecnologias.
Atividade: 3.3 – Projetos de trabalhos em sala de aula com a integração de tecnologias ao currículo.
Tutora: Deusiram de Sousa Barros Silva
Turma: A
Unidade Escolar: CEM Oquerlina Torres
Função que atua: Professora do Ensino Médio
Data: 22/05/2012



               Cursista:Marilene Ribeiro Melo Martins
                               Roney Viana de Oliveira
                               Maria Aparecida França Coêlho
                               Andréia Valadares Pinto
                               Áurea Maria Alves de Araújo Timbó
                               Cristiane Melo da Silva
                                Maria Rita Rodrigues Amaral
                               Zélia Maria Pereira Lima


Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula
  • Utilizar o material dourado para conceituar volume do cubo e do paralelepípedo.
  • Conceituar volume do cubo e do paralelepípedo.
  • Determinar a sentença matemática que permite calcular o volume do cubo e do paralelepípedo.
Duração das atividades
3 horas/aula de 50 minutos
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
  • Conceito de volume.
  • Conceito de volume de um sólido.
  • Diferenciar um cubo e um paralelepípedo entre os sólidos geométricos.
  • Saber determinar a área de um quadrado e de um retângulo.
Estratégias e recursos da aula
1ª etapa: O professor entregará a cada aluno uma folha contendo a atividade abaixo.
1) Observe os blocos em forma de cubos e descubra de quantos cubinhos eles são formados.

(Fonte: Figuras produzidas pela autora da aula.)
2) Supondo que cada cubinho possua volume de 1cm3,  complete:
  • O volume do Bloco A é igual a __________________.
  • O volume do Bloco B é igual a __________________.
  • O volume do Bloco C é igual a __________________.

3) Observe agora os blocos em forma de paralelepípedos e descubra de quantos cubinhos eles são formados.
  
(Fonte: Figura produzida pela autora da aula.)

4) Considerando que cada cubinho possua o volume igual a 1cm3, complete
  • O volume do Bloco P é igual a __________________.
  • O volume do Bloco Q é igual a __________________.
  • O volume do Bloco R é igual a __________________.

 Obs.: Ao término da atividade, o professor  deverá formar grupos de no máximo 4 alunos para que eles possam socializar suas respostas. Posteriormente,  pedirá a cada grupo para expor suas respostas e observações.
 Nesse momento, o professor deverá fazer intervenções, caso os alunos não tenham mencionado, por exemplo: 
  • o conceito de volume.
  • as medidas para cada cubinho.
  • outras questões relativas ao conteúdo.

2ª etapa 
Material:
  • Caixinhas em forma de cubo e de paralelepípedo de diversos tamanhos.
  • As barrinhas e os cubinhos do material dourado. Podem ser usados também barrinhas e cubinhos iguais e do mesmo tamanho ao do material dourado, no laboratório de Matemática feitos com madeira.
  • Caixas de papelão, sendo uma de forma cúbica e outra em forma de paralelepípedo. (Levadas pelo professor ou pedido aos alunos com antecedência.)

1. O professor entregará para cada grupo os cubinhos e as barrinhas do material dourado ( ou os de isopor) e caixinhas na forma de cubos em diversos tamanhos e deixará, no primeiro momento, que os alunos explorem esse material, inclusive pedindo para que eles meçam os cubinhos e descubram a medida de sua aresta.
  •  Alguns exemplos de caixinhas




 (Fonte: Figura produzida pela autora da aula).
2. A seguir, os alunos  pegarão as caixinhas em forma de cubo para preencher o seu interior com os cubinhos do material dourado (ou de isopor), anotando em cada uma delas a quantidade de cubinhos utilizada.
3.Durante a atividade, o professor deve acompanhar cada grupo e instigar os alunos a encontrar uma maneira de descobrir a quantidade de cubinhos necessária, sem ter que preencher todo o interior da caixinha, fazendo perguntas tais como:
  • Se vocês não dispusessem de todos esses cubinhos, como descobririam quantos desses seriam necessários?
  • Quantos cubinhos seriam necessários para encher a nossa caixa de papelão? e uma caixa d'água cúbica?


Cada grupo socializará sua experiência com os demais, expondo o modo como fizeram a atividade e suas conclusões.

5. Ao final da apresentação, o professor discutirá com a turma como seria então a Sentença Matemática a ser usada para o cálculo de volume do cubo.
  • Para direcionar a discussão, poderiam ser feitos os seguintes questionamentos e/ou outros que forem surgindo:
  1. O que é necessário para que saibamos a quantidade de cubinhos que preenche cada caixa?
  2. Sabendo a quantidade de cubinhos que temos em cada aresta ( No comprimento, na largura e na altura), que operação faremos para determinar o total?
6. O professor solicita aos alunos de cada grupo que escrevam a fórmula para a determinação do volume do cubo conferindo o que escreveram e, posteriormente registrando no quadro:
 Vcubo= comprimento x largura x altura, ou seja, Vcubo = a.a.a = a3.
7. Após todos os alunos escreverem a fórmula, o professor deve propor para cada grupo elaborar 2 problemas ( ou mais, a critério do professor), para que um outro grupo resolva.
8. Ao final, cada grupo apresentará para os demais os probleminhas com as respectivas resoluções.
3ª etapa 
  1. O professor deverá mostrar uma figura de um  paralelepípedo montado e fazer uma reflexão entre os grupos, fazendo as seguintes argumentações e/ou outras que surgirem com as colocações feitas pelos alunos:
  • Acabamos de descobrir, na etapa anterior, como determinamos o volume de um cubo, para determinar o volume desse paralelepípedo, faremos a mesma coisa? As fórmulas serão iguais?

  • No cubo, o comprimento a altura e a largura têm medidas iguais que é a aresta do cubo, e no paralelepípedo são diferentes, como procederemos?

2) O professor entregará para cada grupo as barrinhas e os cubinhos do material dourado ( ou os de isopor) e caixinhas na forma de paralelepípedos com diversos tamanhos, deixando, no primeiro momento, que os alunos explorem esse material, orientando-os para escreverem na caixinha o valor da medida de suas dimensões.
  •  Alguns exemplos de caixinhas 



 (Fonte: As figuras acima são de autoria da própria autora.)
  1. A seguir, os alunos  pegará as caixinhas em forma de paralelepípedo para preencher o seu interior com os cubinhos do material dourado (ou de isopor), como na 1ª etapa, anotando em cada uma delas a quantidade de cubinhos utilizada.
  2. Durante a atividade, o professor deve novamente acompanhar cada grupo e instigá-lo, se houver necessidade, a encontrar uma maneira de descobrir a quantidade de cubinhos necessária, sem ter que preencher todo o interior da caixinha, fazendo perguntas tais como:
  •  Para descobrir quantos cubinhos são necessários para encher a caixinha, faremos o mesmo que fizemos com as caixinhas em forma de cubo? Mas, agora, as três dimensões têm medidas diferentes, como ficará?

  • Se vocês não dispusessem de todos esses cubinhos, como descobririam quantos desses seriam necessários? Quantos cubinhos seriam necessários para encher a uma caixa de sapato? e nossa caixa de papelão?e uma sala como a nossa? 
3. Cada grupo socializará sua experiência com os demais, descrevendo como fizeram e citando as conclusões do grupo.
4. Ao final da apresentação, o professor discutirá com a turma como seria, então, a Sentença Matemática que pode ser usada para o cálculo de volume do paralelepípedo.
 Para direcionar a discussão, poderiam ser feitos os seguintes questionamentos e outros que forem surgindo:
  • O que é necessário para que saibamos a quantidade de cubinhos que preenche cada caixinha?
  • Sabendo a quantidade de cubinhos que temos em cada dimensão ( No comprimento, na largura e na altura), que operação faremos para determinar o total?
  • Quais as similaridades e as diferenças no cálculo de volume do cubo e do paralelepípedo?
6. O professor solicita aos alunos de cada grupo que escrevam a fórmula para a determinação do volume do paralelepípedo,
Vparalelepípedo= comprimento x largura x altura, ou seja, Vparalelepípedo = comp. x larg. x  alt. = a3.
7. Após isso, o professor deve propor para cada grupo elaborar 2 problemas ( ou mais a critério do professor) para que um outro grupo resolva.
8. Ao final, cada grupo apresentará para os demais os probleminhas com as respectivas resoluções.
Recursos Complementares
Jogo chamado Rolagem de bloco, que pode ser dado aos alunos e ser usado pelo professor para explorar mais o volume, pois enfatiza a área da base e a altura para que o bloco possa ser encaixado no espaço indicado.
Site: http://www.leoakio.com/jogos/blocos.swf   Acesso em 15 de novembro de 2010
Avaliação
A avaliação deverá ser feita em todos os momentos da aula, através da observação, pelo professor, da participação de cada aluno no grupo e em individual. Durante a realização das atividades, deve-se verificar se os alunos aprenderam a utilizar o material dourado para conceituar volume do cubo e do paralelepípedo e determinar a sentença matemática que permite calcular o volume do cubo e do paralelepípedo.

PROFESSOR AINDA É O PRIFISSIONAL MENOS VALORIZADO DE NÍVEL SUPERIOR

Ficou constatado que na década passada o salário dos professores da educação básica no Brasil registrou ganhos acima da média dos demais profissionais com nível superior, fazendo encurtar a distância entre esses dois grupos. Esse avanço, no entanto, foi insuficiente, magistério segue sendo a carreira de pior remuneração no país. Segundo Tabulações nos microdados do Censo do IBGE, indicam que a renda média de um professor do ensino fundamental equivalia, em 2000, a 49% do que ganhavam os demais trabalhadores também com nível superior. Atualmente, esta relação aumentou para 59%. Entre professores do ensino médio, a variação foi de 60% para 72%. Apesar de ser considerado um avanço, o censo revela que as carreiras que levam ao magistério seguem sendo as de pior desempenho. Entre as áreas do ensino superior com ao menos 50 mil formados na população, os menores rendimentos foram verificados entre brasileiros que vieram de cursos relacionados a ciências da Educação, principalmente o curso de Pedagogia que tem licenciatura para ministrar aulas nos anos iniciais da educação básica. Em seguida, entre as piores remunerações, aparecem cursos da área de religião e, novamente, uma carreira de magistério: formação de professores com especialização em matérias específicas, onde estão agrupadas licenciaturas em áreas de disciplinas do ensino médio, como Língua Portuguesa, Matemática, História e Biologia. Pagar melhor aos professores da educação básica, no entanto, é uma política que, além de cara, tende a trazer retorno apenas a longo prazo em termos de qualidade de ensino, mas é extremamente necessária. Como pode profissionais que desempenham atividades tão importantes para o social serem remunerados com salários que é uma vergonha. Os professores lutam por um mísero piso nacional que é ainda negado por vários governadores deste país.Descumprindo o que já Lei, alegando não haver fundos para pagamento, mas nunca sobra dinheiro para investir em educação, apesar de dizerem "Só a educação pode mudar esse País", na prática só culpam os professores pelos fracassos e exigindo melhorias do aprendizado dos alunos. O achatamento salarial do profissional do magistério traz sérios prejuízos a longo e curto prazo. Esta tese é comprovada por um relatório feito pela consultoria McKinsey, em 2007, que teve grande repercussão internacional ao destacar que uma característica dos países de melhor desempenho educacional do mundo, que são: Finlândia, Canadá, Coreia do Sul, Japão e Singapura, que era alto poder de atração dos melhores alunos para atuarem no magistério, pois se pagam ótimos salários.Pesquisadores dizem que dobrando os salários dos professores não vai dobrar o aprendizado dos alunos. O problema é que esses pesquisadores nunca ministraram uma única aula, sequer conhece os verdadeiros problemas enfrentados pelos educadores, apenas fazem críticas baseados em teorias que não condizem com as práticas. Ainda falam que para melhoria da educação teriam que resgatar para área da educação os bons alunos, mas que não querem ser professores no Brasil. Mesmo assim admitem que para atrair os melhores profissionais é preciso ter salários mais atrativos, e que os cursos da educação acaba atraindo quem não tem nota para ingressar em outra faculdade, mas que é preciso: carreira, formação e gestão. Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/educacao/professor-ainda-pior-salario-4954397#ixzz1vVrmL3kj © 1996 - 2012. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.

Contextualizando a mudança: da teoria a prática

A atividade foi desenvolvida no Laboratório de Informática. Foi utilizado o game da reforma ortográfica, hospedado no site http://fmu.br/game/home.asp , que consiste num jogo pedagógico, em que o aluno tem que indicar a alternativa correta da escrita apresentada, conforme as novo acordo ortográfico  brasileiro. De acordo com os acertos o jogador avança uma casa na corrida até chegar ao final. Quem chegar primeiro será o vencedor. A aula foi aplicada aos alunos do 2º ano "A", em parceria com a professora de língua portuguesa Gracianne Wanderley, onde foram testados os conhecimentos dos alunos, que ao mesmo tempo desenvolveram o aprendizado, sendo tiradas as dúvidas relacionadas às discussões proporcionadas pelo desenvolver da atividade.

Explorando o Software HAGAQUÊ

O Sofware Hagaquê é uma ferrameta muito importante para o trabalho do professor, nele se permite a criação de histórias em quadrinhos, incluiindo personagens e diálogos, possibilitando uma aula mais atrativa e participativa, pois a maioria dos alunos gostam de histórias em quadrinhos. O recurso pode ser utilizado para o desenvolvimento da criatividade por parte do aluno, como também significantes melhorias no entendimento da leitura e desenvolvimento da escrita.

Contextualizando a mudança: da teoria a prática

Através de dos Projetos de pesquisas é promovido um abiente de livre expressão, onde todos os alunos participam e colocam suas idéias em prática, para que chegando a um consenso realizem atividades colaborativas e de grande importância para a iniciação  da pesquisa científica. As tecnolgias podem auxiliar através de pesquisas pela internet, troca de experiências através de blogs para discussão e construção do conhecimento. Divulgação do material através das mídias Data Show, DVDs e redes sociais.

CONTEXTUALIZANDO A MUDANÇA

Sim. Desenvolvo uma prática de diálogo com meus alunos ao final das aulas e projetos desenvolvidos, através da utilização de perguntas ou papel de sugestões para os alunos falarem sobre dúvidas, como poderia ser melhorada o desenvolvimento da atividade e outras curiosidades do aluno.

Navegando pela Wikipédia e pelo Wickicionário”

Wikipédia é uma enciclopédia livre, onde o conteúdo pode ser utilizado, acrescentado e até discutido pelos colaboradores. A enciclopédia virtual funciona como um informativo que fica hospedado em um servidor web, que pode ser acessado por qualquer navegador e que se diferencia porque permite aos usuários incluir conteúdos e editá-los de qualquer parte do mundo. A vantagem desses aplicativos é a sua construção por diversas pessoas ao mesmo tempo, daí se imagina a riqueza de conteúdos hospedados, pois pode ser modificado e atualizado simultaneamente.